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Escrito por Alice
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Segunda, 29 Março 2010 13:12 |

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Escrito por Alice
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Sexta, 26 Março 2010 17:54 |

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Escrito por Alice
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Quarta, 24 Março 2010 11:40 |

Representante máximo dos cinemas piolho, o Salão Lisboa abre as suas portas em 1916. Em 1928, iniciam-se obras de melhoramento no seu interior, como forma de corresponder às exigências do público e ao aparecimento de novas salas. Em 1932 efectuam-se novas alterações, principalmente na fachada. Em 1972, o Salão Lisboa suspende a sua exploração cinematográfica, passando aí a funcionar um armazém de revenda que, no entanto, continuou a manter na frontaria o nome de Salão Lisboa. O edifício do Salão Lisboa ainda lá está mas toda a zona do Martim Moniz foi alterada e hoje em dia o centro da praça possui quiosques e fontes. Em cada lado da praça encontram-se os Centros comerciais da Mouraria e do Martim Moniz enquanto no topo sul da Praça existe actualmente um Hotel. À volta do Salão Lisboa também tudo mudou, com as demolições de tudo à sua volta. Nada escapou, nem mesmo marcos históricos da cidade como a igreja do Socorro e o Arco do Marquês de Alegrete. É uma sorte o Salão Lisboa ter escapado até hoje à fúria demolidora da modernidade e especulação imobiliária.
Localização: Rua da Mouraria
Informação cedida por Miguel Freire in http://cinemaaoscopos.blogspot.com
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Escrito por Alice
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Quarta, 24 Março 2010 11:36 |
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Este antigo cinema é para mim um sério candidato a cinema mais belo da cidade. O Animatógrafo do Rossio abriu as suas portas a 8 de Dezembro de 1907. Foi a primeira sala de cinema em Portugal com expressão arquitectónica qualificada, incluída na chamada Arte Nova curvilínea, da qual é um dos exemplos mais originais e interessantes que ainda existe. Fica situado junto ao Arco da Bandeira, no Rossio, e possui uma fachada com formas de madeira esculpida e pintada, enquadrando painéis de azulejos figurativos (da autoria de M. Queriol). Ao centro tem a bilheteira e a entrada faz-se pela porta da direita e a saída pela porta da esquerda. Desde a década de 90 que este cinema tem sido utilizado como sex-shop.
Localização: Rua dos Sapateiros nº 229
informação cedida por Miguel Freire in http://cinemaaoscopos.blogspot.com
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Escrito por Alice
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Quarta, 24 Março 2010 11:32 |
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O Cinema Odéon é a última maravilha Art Deco clássico existente na cidade de Lisboa. O Odéon foi inaugurado em 1927. Foi modernizado em 1931 recebendo as galerias metálicas que ainda hoje o caracterizam. O interior é notável, com uma cobertura em madeira escura pau-Brasil na forma da quilha de navio, o palco com frontão Art Deco, e o lustre central com raios de luzes néon. Composto por plateia, dois balcões e camarotes, pode acomodar 691 espectadores. Possui também um mecanismo que permite que a sala seja iluminada com luz natural se assim se desejar. Na segunda metade dos anos 80 passou a exibir sessões de cinema porno e na segunda metade dos anos 90 viria a encerrar. Actualmente está no meio de uma batalha judicial entre as autoridades, que prentendem a sua requalificação e classificação como património de interesse histórico e cultural, e o seu proprietário que se recusa a negociar e a fazer as obras de restauro propostas pelo IGESPAR e pelo IPPAR.
Localização: Rua dos Condes nº 2
Informação cedida por Miguel Freire in http://cinemaaoscopos.blogspot.com/
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Escrito por Alice
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Quarta, 24 Março 2010 11:17 |
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Situada no pequeno Centro Comercial Xenon em plena Av. da Liberdade, esta pequena sala de cinema funcionou durante cerca de uma década exibindo essencialmente reposições. O cinema fechou mas o Centro Comercial mantém-se até hoje, devido essencialmente ao sucesso da excelente livraria-papelaria "Tema" que muito contribui para isso.
Localização: Av. da Liberdade nº9
Imagem e texto de Miguel Freire - in http://cinemaaoscopos.blogspot.com
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Sábado, 25 Julho 2009 16:14 |
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Quarta, 22 Julho 2009 13:51 |
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Pecha Kucha refere-se à expressão em japonês para conversa ou diálogo (os ingleses têm uma proposição que a resume melhor - chit chat; eu não quereria predar o termo ao atribuir-lhe em português a tradução como lengalenga, conversa miúda, de ocasião, circunstância ou passageira). Agora a expressão serve perfeitamente ao que os arquitectos Astrid Klein e Mark Dytham pretenderam com a criação das Pecha Kucha Nights numa já quase longínqua Tóquio em 2003. Um espaço em que criativos (artistas - dançarinos - designers - arquitectos - escritores - toda a massa humana que cria e que pretende partilhar o que cria) expõem o que fazem num conceito rápido de 20 segundos por cada diapositivo em rápida sucessão num total de 20 imagens, restrigindo cada apresentação a 6 minutos e 40 segundos, numa forma a que nunca assiste a dispersão a desatenção e o aborrecimento.
Agora um pouco de estatística, um pequeno olhar aos números. Neste momento 218 cidades no mundo organizam a sua Pecha Kucha Night no seio da organização, a um ritmo quase diário e em que coincidem, endemicamente, várias num mesmo dia. É um palco de criação e de partilha que acompanha paralelamente o rápido correr do tempo da actualidade e que revela o trabalho de mais de uma dezena de autores/noite num formato extremamente sedutor de comercial. Agora em Setembro as PKNL voltam ao Museu da Electricidade para uma sétima recarga e com o tempero de edição especial.
Acompanhem e assistam - seus pluridevoradores criativos :.
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