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Quarta, 22 Julho 2009 13:51 |
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Pecha Kucha refere-se à expressão em japonês para conversa ou diálogo (os ingleses têm uma proposição que a resume melhor - chit chat; eu não quereria predar o termo ao atribuir-lhe em português a tradução como lengalenga, conversa miúda, de ocasião, circunstância ou passageira). Agora a expressão serve perfeitamente ao que os arquitectos Astrid Klein e Mark Dytham pretenderam com a criação das Pecha Kucha Nights numa já quase longínqua Tóquio em 2003. Um espaço em que criativos (artistas - dançarinos - designers - arquitectos - escritores - toda a massa humana que cria e que pretende partilhar o que cria) expõem o que fazem num conceito rápido de 20 segundos por cada diapositivo em rápida sucessão num total de 20 imagens, restrigindo cada apresentação a 6 minutos e 40 segundos, numa forma a que nunca assiste a dispersão a desatenção e o aborrecimento.
Agora um pouco de estatística, um pequeno olhar aos números. Neste momento 218 cidades no mundo organizam a sua Pecha Kucha Night no seio da organização, a um ritmo quase diário e em que coincidem, endemicamente, várias num mesmo dia. É um palco de criação e de partilha que acompanha paralelamente o rápido correr do tempo da actualidade e que revela o trabalho de mais de uma dezena de autores/noite num formato extremamente sedutor de comercial. Agora em Setembro as PKNL voltam ao Museu da Electricidade para uma sétima recarga e com o tempero de edição especial.
Acompanhem e assistam - seus pluridevoradores criativos :.
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